Peregrinação a Santiago de Compostela 2017

Um grupo de alunos da turma do 8º ano realizou uma peregrinação a Santiago de Compostela. Esta ocorre, no Colégio de Lourdes, já há seis anos e tem sido uma experiência gratificante, segundo testemunham, a repetir. Antes de mais, é importante referir que esta iniciativa reside na crença de que todo aquele que decide fazer uma peregrinação tem de sair de casa e deixar a sua ocupação habitual para rumar a um local que considera único e sagrado e no qual acredita estar presente algo de divino. Trata-se de um encontro aguardado e desejado pelo peregrino desde o início da peregrinação.

Tem-se em mente alcançar alguns objetivos com esta caminhada, sendo eles os seguintes:

– experimentar o esforço necessário para se atingir um fim na vida;

– perceber que precisamos uns dos outros na caminhada do quotidiano;

– experienciar como se pode viver com tão pouco, ou apenas o essencial para a sobrevivência;

– refletir sobre a vida (nada melhor que um longo e árduo caminho a percorrer para o fazer);

– orar;

– tomar real conciência do que significa “ser peregrino”.

Dá-se agora a conhecer o trajeto que trilharam, tendo antes a devida preparação para o efeito. Percorreram o caminho Francês, inundado de mistérios, envolto numa paisagem rural deslumbrante, repleto de histórias que remontam ao século IX, perfazendo um total de 123km.

Viajaram de autocarro até Sarria, a 23 de fevereiro e daí partiram, ao amanhecer de 24, caminhando, logo no primeiro dia, 35 km, até Ventas de Narón. Este foi o primeiro dia a caminhar… Pernoitaram em Ventas de Narón e, na madrugada seguinte, esperaram-nos cerca de 28 km, até Melide. Seguiu-se uma nova etapa, a 26 de fevereiro, de aproximadamente 15 km, até Arzúa.

No quarto dia, percorreram 19km, de Arzúa a Pedrouzo, e, por fim, no quinto e último momento desta caminhada, a 28, chegou o tão desejado encontro com Santiago de Compostela. Nesta cidade, e para colocar um ponto final nesta caminhada, assistiram à Eucaristia do Peregrino, pelas 12h00, com os professores que os acompanharam e familiares que os esperaram no local, não sem antes terem dado uma volta à Catedral e se deterem no “ponto zero”, que ficará nas na sua mente para toda a vida.

Enfim, o seu propósito foi seguir as setas amarelas, auxiliados pelos seus cajados, e, apesar dos obstáculos que se lhes depararam no caminho, como as condições climáticas adversas, o cansaço físico e as bolhas, acreditaram que, um dia mais tarde, recordariam esta como a “viagem” mais marcante das suas vidas, em que o espírito de entreajuda, a solidariedade e a partilha se sobrepuseram a qualquer desalento e sofrimento que enfrentaram.














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